Posted on June 13th, 2014


















​Consultor educacional dá dicas de como fazer pós-graduação no exterior

O especialista Ricardo Betti mostra como dar uma guinada na carreira.

Ele largou a medicina assim que se formou para seguir na área de RH.

Você já se formou, mas precisa de uma guinada na carreira ou pensa até em mudar de profissão? Está desanimado, perdido, quer expandir seus horizontes? Muita gente já se viu nessa situação e acabou buscando um curso no exterior. E é sobre esse caminho que vamos conversar hoje com o conselheiro educacional, Ricardo Betti.

“É um prazer compartilhar a aminha própria história, porque isso aconteceu comigo”, diz Ricardo Betti, que há 25 anos largou a medicina assim que se formou para entrar no mundo dos Recursos Humanos.

“Quando eu me formei em medicina na USP a única certeza que eu tinha era que eu não queria ser médico. Absoluta certeza”, afirma. “Então, o caminho que eu encontrei foi fazer um curso de MBA no MIT, terminei o curso há 26 anos e de lá pra cá eu faço esse trabalho de ajudar pessoas que têm dúvidas com relação ao seu desenvolvimento de carreira e quer uma orientação”, completa o especialista, que já aconselhou mais de 1.500 profissionais.

Segundo Betti, com a obrigação de decidir muito cedo que profissão seguir, a dúvida vocacional aparece com muita frequência. “Tenho visto agrônomos que viraram publicitários, publicitários que viraram jornalistas, psicólogo que virou marqueteiro”, conta.

E qual é o ponto de partida para fazer um curso de especialização no exterior? “Para fazer um MBA nas melhores escolas do mundo é muito importante ter fluência no inglês – não só para sobreviver durante o curso, mas também para passar nos testes”, ressalta sobre os testes de proficiência exigidos para estrangeiros. “Tem que estar muito bem preparado. São cerca de nove meses de preparação”.

Mas não é só isso. “Além desses testes, a pessoa tem que apresentar histórico escolar, tem que apresentar um currículo, tem que escrever redações contando a história da sua vida. E essas redações são muito importantes também na estratégia de entrada. Aí tem as cartas de recomendação, que também são importantes. Precisa ter duas cartas de recomendação para entrar nessas escolas”, explica Betti, sobre a complexidade do processo. “Mas é incrível a quantidade de brasileiros que vão bem no processo e conseguem entrar nas melhores escolas do mundo”.

“É muito bom ser brasileiro nessa hora. É uma vantagem competitiva”, acredita Betti. Segundo ele, o número de brasileiros estudando no exterior vem crescendo bastante. “Quando você compara com estatísticas internacionais, tem 5 mil indianos por ano, tem 8 mil chineses e tem 400 brasileiros. Dá para melhorar bastante”.

Fonte: http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2014/06/consultor-educacional-da-dicas-de-como-fazer-pos-graduacao-no-exterior.html


Posted on May 21st, 2014












Please join us for the inaugural

2014 MIT Sloan Latin America-China Conference: 
Prospects & Challenges for Economic Growth  

Thursday & Friday, August 28-29, 2014 at the Sheraton São Paulo World Trade Center Hotel, São Paulo, Brazil.  MIT Sloan will bring together prominent academics, business leaders and policy advisors for dialogue, debate and discussion on what the future may hold for Latin America and China as important trading partners and competitors.

Join us for the kick-off dinner featuring a keynote presentation on August 28.  On August 29, enjoy a keynote presentation, networking opportunities, and four panel discussions amongst prominent academics, business leaders and policy advisors, led by MIT Sloan Faculty. 
MIT Sloan Faculty include: 

Yasheng Huang, International Program Professor in Chinese Economy and Business

Roberto Rigobon, Society of Sloan Fellows Professor of Management

Christopher Knittel, William Barton Rogers Professor of Energy

Don Lessard, Epoch Foundation Professor of International Management, Emeritus

We look forward to seeing you in São Paulo!

For more information, including information on registration, please visit: http://mitsloan.mit.edu/international/offices/mit-sloan-latin-america-china-conference/ Or email: latinamericachinaconference@sloan.mit.edu



Posted on May 6th, 2014


by Nicolas Scafuro on April 11th, 2014












É com grande prazer que MIT Sloan Clube do Brasil convida-o a participar da 

Worldwide Celebration of the Centennial of Course XV

29 de Abril, 2014 (3a feira) , às 19h30 
Auditório da Oracle do Brasil 
Rua Dr José Aureo Bustamante, 455 (atrás do Morumbi Shopping) 

Em 2014, a comunidade MIT Sloan comemora os 100 anos da fundação do “Management Education” no MIT, com eventos no campus e em todo o mundo durante o mês de abril. Para celebrarmos no Brasil este século de inovação, promoveremos um painel de debates sobre um assunto que certamente estará entre os mais importantes do século que se inicia, com executivos que lideram iniciativas em seus setores. O painel será seguido de um coquetel. 

Big Data: Big Opportunities, Big Challenges… 

Participantes, dentre outros:
Fernando Lemos, VP de Tecnologias da Oracle Am.Latina 
Marcia Asano, Chief Analytics Officer de YouFind Solutions
Roberto Piazza, Head da Telefonica Digital no Brasil 
Ricardo Orlando, Chief Data Officer do Itau
Gustavo Roxo, sócio da McKinsey 

Não perca esta oportunidade de juntos celebrarmos um marco tão relevante na história do MIT.  As vagas são limitadas! Inscreva-se já! 
Clique aqui ou ligue para 11 5051-9684 (falar com Leticia).
Previsão de término: 22h30
Para saber mais sobre o 100th Anniversary Celebration: http://mitsloan.mit.edu/100years/

Posted on January 24th, 2014

Rodolfo Fischer, o Rudi, quer erguer vários parques em que crianças com e sem deficiência possam brincar juntas – e, assim, homenagear Anna Laura, sua filha

“Na verdade, a palavra ‘inclusão’ não é boa. O ato de incluir parte do pressuposto que alguém está excluído e, se tratando de crianças com deficiência, ninguém está excluído. Todas são diferentes, mas fazem parte do mesmo grupo que as crianças sem deficiência. Afinal, são todas crianças.”

Rudi, Claudia e a então pequena Anna Laura. “Tudo que fazemos hoje é em nome dela. É nossa homenagem. É nossa terapia.”











Quem defende essa ideia é Rodolfo Henrique Fischer, o homem que quer inaugurar quatro novos “parques acessíveis” por ano em várias cidades do país. O primeiro será inaugurado no próximo sábado, 25, em São Paulo (no dia do aniversário da cidade), em homenagem a Anna Laura, sua filha.


Recomeço

Rudi, Claudia e a então pequena Anna Laura. “Tudo que fazemos hoje é em nome dela. É nossa homenagem. É nossa terapia.”

Rudi, como Fischer é conhecido, era um trabalhador do mercado financeiro que havia decidido passar mais tempo com a família quando foi surpreendido por uma grande perda – Anna Laura, filha dele com a psicóloga Claudia Petlik, sofreu um acidente e faleceu aos três anos de idade.

“Estávamos com uma viagem marcada para Israel, para um evento de família, e decidimos mantê-la mesmo depois do acontecido”, lembra o pai. “Lá, conhecemos uma associação que tinha o objetivo de integrar comunidades de religiões diferentes e que tinha um pequeno parque com um único brinquedo inclusivo no meio. Achamos fantástico e pensamos em trazer essa ideia para o Brasil”.

Aqui, a ideia ganhou a forma de uma homenagem a Anna Laura. Foi crescendo, evoluindo e ganhando apoiadores. Graças a parcerias pontuais, o primeiro parque do projeto “ALPAPATO, Anna Laura Parques Para Todos” já está pronto. O objetivo é que mais quatro sejam construídos por ano em várias cidades que tenham a demanda de locais acessíveis de lazer – todos abertos ao público.

Os parques terão brinquedos que podem ser usados por crianças com e sem deficiência.

O projeto traz consigo algo definido por seus criadores como um “novo conceito de acessibilidade”. Não se trata de inclusão, mas de integração. “O parque é para todos e pode ser aproveitado tanto por crianças com deficiência como por crianças sem deficiência”, explica Rudi. “Temos ainda a intenção de transformá-los em polos de atividades culturais e esportivas para pessoas com deficiência.”

Terapia

Quem financia tudo é o próprio Rudi. “Tudo que foi preciso pagar eu paguei, mas só porque contei com a ajuda de um grupo muito especial de apoiadores”, conta. “Cada pessoa contribui como pode, com serviços, ideias, trabalho manual ou até abrindo mão de lucros por acreditar no projeto. É um prazer.”

O primeiro parque fica na AACD do Parque da Mooca. O próximo será no Parque do Cordeiro, na Zona Sul. A intenção é chegar a outras cidades do país.

Rudi e Claudia ainda têm outros planos para o futuro. Além dos parques, um livro sobre Anna Laura e a mudança de vida de seus pais, uma biblioteca e uma ONG para auxiliar pais em luto são projetos que podem aparecer. “Para mim esses projetos são uma terapia. Tudo que fazemos é em nome da Anna Laura.”, confessa Rudi. “Passar por uma perda tão grande nos faz repensar toda a nossa vida. Cada um lida de um jeito com isso, mas quem sabe não podemos ajudar outras pessoas?”, conclui.



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